Boa notícia para quem pretende participar dos concursos que serão realizados pela Polícia Civil de São Paulo para os cargos de investigador e escrivão de polícia. A corporação instituiu, na última semana, as respectivas comissões, que deverão promover, nos próximos dias, as primeiras reuniões para definir os cronogramas, incluindo data de publicação dos editais e prazo de inscrições. A oferta será de 2.313 vagas, sendo 1.449 para investigador e 864 para escrivão, conforme autorização do governador José Serra, divulgada em 12 de junho. De acordo com informações do setor de concurso da Academia de Polícia (Acadepol), já está certo que para as duas carreiras a exigência será de ensino médio. Os salários iniciais chegam a R$2.324,82.
A remuneração varia de acordo com o local de exercício, tendo como base o número de habitantes no respectivo município. Para as cidades com até 200 mil habitantes, o inicial é de R$1.757,82. Para municípios com 200 a 500 mil, o inicial é de R$1.975,82 e para locais com mais de 500 mil, R$2.324,82.
Para investigador, a comissão é presidida por Carlos José Paschoal de Toledo, contando também como membros, os servidores José Pedro Zaccariotto, Maria Inês Trefiglio Valente; Silvia Gentil Mascarenhas, Leolar Emília de Souza e Antonio Fernandes Martins, além dos suplentes Edson Jorge Aidar e Sérgio Luiz Zarelli.
Para escrivão, o presidente é Youssef Abou Chahin, tendo como membros Aurora Vicentim Themer de Brito, Márcia Heloísa Mendonça Ruiz, Maria Cristina Morena Queiroga Frugoli, Rui Baracat Guimarães Pereira e Sueli Martins Grunfeld Villaça Koch; tendo como suplentes Antonio Vitório Cécere e Márcia Cristina Gará Persona.
Enquanto os editais não são divulgados, os interessados já podem ir se preparando,com base nos programas dos concursos anteriores. Para investigador, o último ocorreu em 2004 e para escrivão, em 2005. No concurso para investigador, na ocasião foi necessário possuir nível superior, condição que não deve ser mantida para o próximo, em decorrência de liminar concedida pelo Tribunal de Justiça, cassando lei de 2002 que alterava a exigência de ensino médio para superior. Na ocasião, a prova objetiva contou com temas sobre Língua Portuguesa, Matemática, Conhecimentos Gerais, Informática e noções de Direito. Para escrivão, o programa contou com temas sobre Língua Portuguesa, História do Brasil, Geografia do Brasil e Informática. Para esta carreira, na primeira fase os participantes também foram avaliados por meio de uma prova prática de digitação. Para as duas carreiras, o concurso contou com uma segunda fase, composta de prova oral. Os aprovados em todas as etapas foram submetidos a um curso de formação profissional, ministrado pela própria corporação.
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